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Valor de devoluções do INSS cai de R$ 6,3 bi para R$ 2,1 bi após revisão

  • Mega Fato
  • 25 de jun.
  • 2 min de leitura

Agora o cálculo considera apenas quem formalizou pedido de devolução, mas o total pode diminuir se parte das reclamações não prosperar


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O presidente do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, afirmou que, se 100 % das 3,4 milhões de contestações de aposentados e pensionistas que tiveram recursos desviados de seus pagamentos por mensalidades associativas forem confirmadas, o gasto máximo com ressarcimentos chegará a R$ 2,1 bilhões, corrigidos pela inflação.


No entanto, só serão pagos após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar o acordo com os beneficiários. A partir daí, é preciso uma Medida Provisória (MP) para abertura de um crédito extraordinário e retirar esses valores dos cofres públicos.


Ao longo dos últimos dois meses, depois de deflagrada a investigação que apontou os descontos indevidos, os valores caíram conforme o instituto filtrou a base de descontos.



Agora o cálculo considera apenas quem formalizou pedido de devolução, mas o total pode diminuir se parte das reclamações não prosperar.


Em conversa com a imprensa após a audiência de conciliação para discutir os ressarcimentos nesta terça-feira (24), Waller explicou que não haverá prioridade de perfil social.


“O pagamento segue a ordem dos lotes, à medida que vencem os 15 dias úteis de análise, os primeiros entram no primeiro lote”, afirmou.


A previsão inicial mantém três depósitos (24 de julho, 9 e 24 de agosto), mas ele quer encerrar tudo “em cerca de um mês”, caso haja caixa.


O INSS estuda ainda dispensar requerimento e documentação de indígenas, quilombolas e segurados acima de 80 anos, por serem mais vulneráveis a fraudes.


Para bancar as transferências, a Advocacia-Geral da União já bloqueou R$ 2,8 bilhões em bens de entidades e dirigentes investigados, valor que deverá reembolsar o Tesouro após os depósitos.


“Precisamos de uma peça de convergência entre INSS, Ministério Público, defensorias e OAB para uma solução definitiva aos aposentados e pensionistas”, completou o presidente.


O montante final ainda pode oscilar: novas contestações ou decisões judiciais sobre bloqueios podem fazê-lo subir; validações negativas podem reduzi-lo. Até lá, diz Waller, “ninguém ficará para trás”.





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