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Brasil desiste da Índia e negocia compra bilionária de mísseis com a Itália

  • Mega Fato
  • 7 de jul.
  • 2 min de leitura

Sistema de defesa antiaérea vai aumentar capacidade do Exército; encomenda pode chegar a R$ 5 bi


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O Brasil desistiu de uma negociação com a Índia e abriu tratativas com a Itália para adquirir um novo sistema de defesa antiaérea para o Exército. A encomenda pode chegar a R$ 5 bilhões.


Diante da ameaça crescente de conflitos globais, a força terrestre busca diminuir uma vulnerabilidade importante do país. Hoje a capacidade de interceptação aérea com mísseis lançados da superfície não ultrapassa alvos acima de 3 mil metros de altitude.


Para preencher essa lacuna, o Exército vinha discutindo a aquisição do sistema indiano Akash, voltado à defesa antiaérea de médio e longo alcance. Esse sistema consolidaria a liderança do Brasil na América Latina contra a ameaça de aeronaves, drones e mísseis de cruzeiro inimigos.


No entanto, segundo relatos feitos à CNN por oficiais do Exército, as negociações não prosperaram e agora estão congeladas.


O assunto ainda pode ser objeto de conversas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, que se reúnem à margem da cúpula de líderes do Brics.


De acordo com fontes militares, as conversas travaram porque a Bharat Dynamics Limited (BDL) e a Bharat Electronics (BEL) -- empresas indianas que produzem o sistema Akash -- queriam vender um sistema de geração anterior de defesa antiaérea.


O sistema mais atual, de ponta, tem tecnologia israelense. Os indianos, segundo essas fontes, preferem negociar com o Brasil um sistema mais desatualizado e cuja propriedade intelectual é totalmente própria.


Diante disso, o Exército abriu tratativas com a Itália. O alvo agora é o sistema italiano Emads, fabricado pela empresa MBDA, com participação da Leonardo.


É a mesma família de mísseis terra-ar que deverão ser usados pela Marinha nas novas fragatas da Classe Tamandaré, que estão em construção em Itajaí (SC).


Na avaliação do Exército, isso facilitaria o apoio logístico -- treinamento operacional e infraestrutura necessária para o equipamento -- e poderia gerar escala suficiente para a produção nacional dos mísseis, mediante acordo com os italianos.


Quando estava em tratativas com a Índia, o Brasil tentava fazer um negócio "gov-to-gov" (governo a governo), com a venda casada de aviões KC-390 da Embraer.


A CNN apurou que, no caso das conversas com a Itália, há uma tentativa de emplacar também a venda dos KC-390. A eventual compra do sistema Emads, no entanto, não terá necessariamente vinculação com as aeronaves da Embraer.

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